Papa Figos Tinto
De cores vivas e atraentes, o Papa Figos é uma das mais raras aves do Douro. O carácter único e raro desta ave é a inspiração perfeita para este magnífico vinho tinto da Casa Ferreirinha. Papa Figos é um vinho elegante e ao mesmo tempo vibrante, clássico mas moderno, que traduz os valores da Casa Ferreirinha, a casa com maior tradição na produção de vinhos de qualidade do Douro e uma das maiores referências mundiais desta região. Notas de prova: tom vermelho-rubi profundo e um buquê intenso, com predominância de notas florais de rosa-rock, além de frutas vermelhas maduras, como ameixa e morango. Há também notas de cedro, bem como de especiarias, uma característica dos anos de cuidadosa maturação, com complexidade delicada decorrente do envelhecimento discreto e bem integrado do carvalho. O paladar também revela frutos vermelhos maduros e possui corpo elegante, acidez bem integrada e taninos de boa qualidade, com um final equilibrado, harmonioso e prolongado. Contém sulfitos. Castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.
Messias Selection Douro Tinto 2017
Notas de prova: cor rubi intensa. Vinho com caraterísticas muitos durienses, onde pontuam notas de frutos pretos bem maduros, nuances de frutos secos e notas delicadas de vegetal desidratado. Na boca revela-se pleno de estrutura e com taninos domados. Final de prova agradável e de elevada aptidão gastronómica. Castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.
Quinta do Côtto Tinto 1998
Quinta do Côtto é um vinho vigoroso, irreverente e dominado por aromas intensos de frutos pretos maduros da região do Douro. Apresenta aromas balsâmicos, notas de especiarias, chocolate preto e aromas de canela. É um vinho com taninos potentes e extremamente frutado, cheio de frescura perfeitamente integrado com a sua extraordinária acidez. Castas Tinta Roriz e Touriga Francesa.
Chryseia Tinto 2017
O Chryseia 2017 foi produzido a partir de uma rigorosa seleção de uvas da Quinta de Roriz e da Quinta da Perdiz, propriedades da Prats & Symington. Como em todas as edições anteriores do Chryseia, houve também o habitual contributo da vinha vizinha de Roriz, Quinta da Vila Velha, propriedade particular de James e Rupert Symington. Notas de Prova: cor intensa que reflete grande concentração. No nariz percebe-se a eximia integração da barrica, bem como as notas florais da Touriga Nacional e os apontamentos mais balsâmicos da Touriga Franca. Tem um toque de chocolate no final. Na boca apresenta uma estrutura rica e duradoura. Os taninos são redondos e polidos, conferindo elegância, mineralidade e frescura. A expressão aromática perdura com final de boca longo. Um vinho com grande potencial de guarda que equilibra grande concentração com elegância e finesse. Castas Touriga Nacional e Touriga Franca.
Quinta da Pacheca Tinto 2015
Notas de prova: apresenta uma cor vermelha intensa e um nariz rico em notas florais, frutas negras e notas delicadas de especiarias, seguidas por uma pitada de chocolate e alguns barris. Na boca é denso, estruturado e complexo, onde os taninos são revelados e polidos. No palato denota frutos vermelhos maduros e nuances de especiarias evidentes. O final de boca tem um bom comprimento e uma persistência média/alta. Castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Barroca.
Cistus Tinta Roriz Tinto 2000
A vinificação é feita em cubas de aço inox com controle de temperatura e com recurso a um “turbo-pigeur” para a remontagem, o que permite uma extracção suave de taninos. Depois de uma curta maceração pós fermentativo, o vinho é submetido a estágio. Após uma ligeira filtração, o lote é engarrafado. O vinho é submetido a um estágio em barricas de carvalho americano, francês e húngaro por um período variável em função das características de cada colheita. Deverá acompanhar, preferencialmente, pratos de carne, caça e queijos. Casta 100% Tinta Roriz.
Batuta Tinto 2009
Batuta Tinto é um vinho com bastante estrutura, mas que mantêm a delicadeza, elegância e frescura, que tanto caracteriza a Niepoort. De perfil mineral, tem aromas a frutos silvestres com nuances florais. Textura sedosa, com taninos bem polidos, impressiona pelo seu equilíbrio, terminando longo e persistente. No panorama vínico nacional, não existe produtor mais consensual que a Niepoort e a longa história inicia-se em 1842 com o primeiro Van Der Niepoort a chegar a Portugal.
Notas de prova: cor muito intensa e carregada, aroma de grande complexidade com notas de fruta preta e especiarias. Mineral e elegante, termina com ligeira nota de café e caixa de charuto. Na boca é rico, com concentração, mas fresco e austero, com fruta discreta e muito focado na mineralidade. Apresenta uma grande estrutura, com taninos muito finos e bem integrados e uma frescura sedutora que prolonga um longo final. Na gastronomia acompanha pratos de carne e de peixe, como o Tamboril. Grande potencial de envelhecimento. Castas Tinta Amarela, Touriga Franca, Tinta Roriz, Rufete, Malvazia Preta e outras.
Vallegre Moscatel Galego Branco 2024
A casta Moscatel Galego, sempre muito aromática, mostra-se com evidência no aroma, com notas de toranja e sensações de fruta tropical. Elegante na boca, o corpo está leve, mas a acidez está a sustentar o conjunto e as notas da casta percorrem toda a prova sem cansarem. Notas de prova: cor citrina, exuberante, vibrante e untuoso. Bom corpo e longo no final da boca. Excelente aperitivo. Acompanha muito bem pratos rápidos, saladas, peixe e frutos do mar, massas e risotos, carnes brancas, pizas, bem como diversa cozinha oriental. Deve ser servido a uma temperatura entre os 8º e 10º C. Para ser consumido de imediato, ou até aos próximos 2 anos. Casta 100% Moscatel Galego Branco.
Quinta do Côtto Tinto 2001
Notas de prova: cor rubi de média intensidade e auréola delicadamente acastanhada. No nariz revela subtis notas de fruta madura misturadas com evidentes sugestões de couro e alguma madeira velha. Na boca é um vinho já evoluído, com uma acidez mediana e um paladar mais especiado e terroso, o final de boca tem um comprimento e persistência relativamente curtos. Castas Tinta Roriz e Touriga Francesa.
Cabeça de Burro Reserva Tinto 2016
O Cabeça de Burro é um vinho apenas produzido em anos de grande qualidade, com uvas provenientes das melhores vinhas do Douro, incluindo vinhas velhas.
As uvas das castas predominates: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca foram vivificadas com desengace total e maceração prolongada. Pronto para apreciar desde já, com um bom equilíbrio de fruta e taninos suaves, ganhará complexidade com estágio em cave, em boas condições. Notas de prova: Cor rubi, aroma de frutas maduras, talvez morangos e framboesas mais evidentes, frutas vermelhas com algum tempero. Na boca é um vinho muito suave, com maturidade para se envolver com frutas de madeira. Vinho encorpado com final médio. Bom companheiro para pratos de carne vermelha ou salsichas.
Pinheiro da Cruz Tinto 1999
Ao longo dos anos, o vinho Pinheiro da Cruz tem vindo a ganhar lugar no campo dos melhores vinhos portugueses e a ser premiado por várias instituições. Notas de prova: tem muita cor, aroma fechado e austero, toque vegetal e de fruto maduro. Na boca sente-se um vinho de perfil clássico, algo rústico no seu sabor de fruto macerado e muito ligeiro couro, ameixa, alcatrão. Bom volume de boca, taninos firmes mas redondos, com boa acidez que lhe dá persistência. Castas Periquita, Trincadeira, Alicante-Bouchet e Aragonez.
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